A Carol voltou!

E me escreveu um email lindo.

Ela é a noiva dos bouquets abaixo. Fiquei lisonjeada com suas palavras!
E louca pra postar as fotos oficiais do casamento :)

“Sil,

O casamento foi INDESCRITÍVEL!!! a cerimônia foi linda e emocionante… e a festa foi muito animada, ninguém queria ir embora… Graças a Deus, foi tudo muito melhor do que eu imaginava….
Recebi umas fotos dos amigos, (…) e assim que eu tiver as profissionais te mando…

Sobre o bouquet, foi o melhor investimento que fiz… ele ficou perfeito!!! todo mundo me perguntava de onde era, que flor era aquela…. aliás ele ainda esta vivinho…. rsrsrsrsrsrsrs…
Parabéns pelo trabalho maravilhoso que vc fez, não tenho palavras para descrever o quanto amei meu bouquet.
Pode ter certeza que te indicarei a todos!!!!

Beijos, obrigada e parabéns pelo trabalho.

Carol”

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Mais uma noiva linda!

A Carol me procurou enquanto eu estava fora, de férias. Escreveu um email, trocamos algumas ideias e em poucos dias estava decidida a entregar seu bouquet à Fleur d’Épices, mesmo sem nos conhecermos pessoalmente.

Ela queria um bouquet vinho. Me mandou fotos lindas vestida de noiva, do cabelo, sapatos, e optamos por uma composição jovem, moderna e romântica, de callas com sweet william. Também usei astromélias e arruda. Na boutonniére, apenas sweet william e arruda.

O resultado é o que você abaixo, o bouquet e a lapela do noivo. Não vejo a hora de ter as fotos oficiais, a Carol estava linda!


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Túnel do tempo – Vovó e Mamãe

Para finalizar minha série do Túnel do Tempo, minha avó Maria José e minha mãe, Marcia.

Minha avó se casou há muitos e muitos anos :) dia 09/09/1950, na Igreja da Consolação – era muito elegante essa escolha, na época.
Essa foto abaixo é extremamente tradicional. Aposto um braço como sua avó tem uma assim, com a cauda do vestido e o véu todo colocado para frente, mostrando a riqueza da produção.
Gosto dessa sensação acetinada do vestido bem clara na foto!

Esse fotógrafo Miranda era bem conhecido, também, fez vários casamentos.

O bouquet da minha avó simulava uma cascata, mas de flores de tecido. Era muito leve, apesar do tamanho, dá pra notar.


E aqui embaixo está minha mãe, que se arrumou em casa para o grande dia, 10/07/1975.
Ela contou que foi fazer cabelo e make no salão de costume, depois voltou para casa e ficou lendo até a hora de sair. Tudo sem afobação.
Usou um batom alaranjado, lindo (na moda agora, e nos 70′s!) e sombra turquesa, que amo!


O vestido, com muita renda, foi feito pela Graciema, costureira da família. Ela fez vários vestidos pra mim, quando eu era criança :)
O bouquet, em flor de tecido também, foi feito por uma senhora que morava nos Jardins e fazia arranjos florais de chapéus – as madrinhas da minha mãe usaram suas criações, também!
Vejam que é uma cascatinha bem fina e delicada, que combinava com o estilo do vestido e com o porte da igreja, Nossa Senhora do Brasil.


O vestido era bem chique, de princesa, não? Repare na gola, nas mangas e na barra, que lindas!


Adorei fazer essa retrospectiva com mães de amigos e minha família. É legal ver detalhes em comum, e outros que hoje não costumam usar mais.
Particularmente, ando apaixonada pelas mangas longas dos vestidos. Muito fino! Muito noiva!
Espero que vocês tenham curtido tanto quanto eu.

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Túnel do tempo: Ildete


A Ildete é a mãe do Luiz, meu chefe :)

Ela se casou chiquérrima com um vestido elegante e diferente para a época, por ter um forte trabalho em cor – azul, que dizem dar sorte às noivas. Todo esse bordado do corpo e mangas foi feito pelas costureiras do Clodovil!

O bouquet, como mandava o figurino, de flores de tecido com tules e pérolas.

Seu casamento foi no dia 12/06/1974, na Nossa Senhora de Fátima, em SP.

Abaixo, fotos para você curtir. Almiro, o noivo, usava um terno de veludo de um azul quase roxo, bem adequado para a década de 70. Daminhas e pajens também de veludo, com babadinhos, e elas segurando um botão de rosa apenas. Lindos!




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Túnel do tempo – Maria da Glória

Essa é a Maria da Glória, mãe da Carol, que trabalha comigo e se casa agora em março.

Foi uma noiva muito estilosa, para a época. Seu vestido era de lã rendada e plumas (achei muito chique!), super adequado para o frio de Passo Fundo (RS) em julho. Carregou rosas vermelhas como bouquet.

Eles se casaram dia 20/7/1968, em uma cerimônia ecumênica, com padre e pastor na igreja e receberam os convidados em um almoço no Clube Comercial, bastante elegante.

Reparem na foto abaixo, a noiva de luvas, que charme!

A daminha é prima de segundo grau da Carol, a Marta. E Carol é hoje madrinha de sua filha, Marcela.

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Carla, Marcos, e rock’n'roll na veia

Já falei da minha noiva-amiga do bouquet roxo aqui antes, algumas vezes.

Pois aqui está uma palhinha do que foi o casamento dela, em vídeo. Lindo, emocionante e cheio de energia.
Muito rock, também. Dancei até o pé pedir pra parar.

Vejam que bonita foi a cerimônia, com os votos dos noivos. Uma opção boa para quem não é tímido e não quer celebrante religioso.

Carla e Marcos Segundo Deep Purple from Valmyr Tavares on Vimeo.

Ah, e o bouquet roxo dela tem sido motivo de muito papo com noivas. Umas não gostam e ponto. Outras dizem “nunca imaginei que ficasse tão lindo” e acabam querendo testar cores diferentes. E eu repito: vale a pena ousar!

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Túnel do tempo – Roseli

A Roseli, mãe da Lola, casou quase no Reveillon – dia 30 de dezembro de 1974. Segundo a Lola, para os convidados passarem o ano já de ressaca da festa :)

O vestido dela (adorei!) foi inspirado em uma foto de revista, bem acinturado, super feminino. As flores eram bordadas à mão, uma a uma, e pregadas. Nos cabelos, um arranjo em tecido e um véu de tule. E o bouquet com as clássicas fitinhas que temos visto por aqui! Reparem nos olhos maquiados, que lindos!

O convite de casamento foi completamente inusitado para a época: uma história em quadrinhos sobre um homem das cavernas que dá um “caboing” na cabeça da mulher e leva ela para casa. Genial, não? E a gente pensa que só agora os casamentos são cheios de coisas diferentes e malucas!

Uma ideia bonita: a Lola, quando fez sua Primeira Comunhão, usou o vestido de noiva da mãe, ajustado e encurtado para ela. Transformaram em uma peça de família.

Mais umas fotinhos pra vocês…




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Túnel do tempo – Marlúcia

Essa é a Marlúcia, mãe da Bela. A noiva de um casamento cujas tradições já eram diferentes naquela época, o que faz dessas fotos tão bonitas de ver.

Marlúcia se casou em 11 de dezembro de 1976, em Arapiraca, Alagoas. Na época e no local, a moda era se casar com vestido colorido, não branco. E seu sonho sempre foi casar-se de cor-de-rosa (meio salmão), como aconteceu.

Para um casamento diúrno, o chapéu é lindo! O vestido é simples, leve e elegante, com um detalhe bonito na gola. O bouquet, de rosas, também com fita amarrada, mais soltinho. Eu adoro!

Mais algumas fotos para vocês se inspirarem. Reparem na última foto o detalhe das flores na parte de trás do chapéu.



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Túnel do tempo – Eliana

Nossa 2ª noiva é a Eliana, mãe da Juliana. Uma a cara da outra, também!
A Eliana foi escolhida como noiva da semana para fazermos uma homenagem aos seus 37 anos de casada, que foram celebrados no dia 12 de janeiro!

O vestido da Eliana era todo em laise e voil, bem levinho e elegante. O véu, emprestado da irmã. Cabelo clássico, preso para trás, alto na frente (bem típico da época) e um bouquet com 2 rosas apenas (reparem novamente nos cabinhos cobertos), mantendo a folhagem – algo que as noivas de hoje normalmente pedem para tirar.

A Ju me contou que o pai dela foi se arrumar tão em cima da hora que casou de cabelo molhado!! Por isso, meninas, coloquem alguém pra cuidar do noivo no dia :)

E mais uma curiosidade bonita: a madrinha de casamento da Eliana foi sua tia, Albertina, que também é sua madrinha de batismo. E tia Albertina foi também madrinha de casamento dos pais da Eliana. Como se não bastasse, viveu o suficiente para ser madrinha de batismo e de casamento da Ju, também! Uma bênção em todas as gerações!

Abaixo, mais fotos da Eliana para vocês se inspirarem.

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Túnel do tempo – Nilda

Outro dia, em um happy hour com amigas que vão casar, começamos a conversar sobre referências. E algumas lembraram de fotos de suas mães casando, fizeram comentários sobre seus vestidos, penteados, maquiagem. Ficamos pensando como alguns looks são eternos, estão sempre lindos – mesmo que não tão atuais – e outros se perdem de uma maneira nostálgica.

Por isso, pedi a elas que me enviassem as fotos que conseguissem. E começo hoje uma série de posts em homenagem ao passado. Não é novidade, vários blogs têm essa sessão nostalgia. É simplesmente mais um recurso para noivas que gostam de se inspirar no passado também.

A primeira noiva é a Nilda, mãe da minha amiga Vanessa. Uma a cara da outra, quem conhece sabe que eu nem precisaria dizer mãe de quem ela é.

A Nilda se casou dia 7 de setembro de 1967. Tercinho na mão, um bouquet simples de rosas em cores diferentes, pequeno, amarrado com tule e fita. Os cabinhos enrolados para não aparecerem. Vestidão cheio de renda com bordados, cauda longa, bonita. Ela casou com franjinha, coisa que é super rara.

Uma curiosidade que ela contou é sobre os padrinhos. Naquela época era de praxe que um único casal fosse escolhido (não necessariamente casados), e o homem ficasse ao lado da noiva, a mulher, do noivo.

Abaixo mais algumas fotinhos.


Repararam nas florzinhas presas em fio no carro? Um charme!

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