Patricia e Marinho

Sabe aqueles casamentos lindos, cheios de personalidade, alegria e amor?
Foi um desses.
Com bouquet da noiva, da daminha e boutonnière do noivo da Fleur d’Épices.

Screen shot 2014-05-10 at 11.44.53 PM

Fotos Thiago Okimoto.

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Mais uma noiva linda!

A Carol me procurou enquanto eu estava fora, de férias. Escreveu um email, trocamos algumas ideias e em poucos dias estava decidida a entregar seu bouquet à Fleur d’Épices, mesmo sem nos conhecermos pessoalmente.

Ela queria um bouquet vinho. Me mandou fotos lindas vestida de noiva, do cabelo, sapatos, e optamos por uma composição jovem, moderna e romântica, de callas com sweet william. Também usei astromélias e arruda. Na boutonniére, apenas sweet william e arruda.

O resultado é o que você abaixo, o bouquet e a lapela do noivo. Não vejo a hora de ter as fotos oficiais, a Carol estava linda!


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Túnel do tempo – Vovó e Mamãe

Para finalizar minha série do Túnel do Tempo, minha avó Maria José e minha mãe, Marcia.

Minha avó se casou há muitos e muitos anos :) dia 09/09/1950, na Igreja da Consolação – era muito elegante essa escolha, na época.
Essa foto abaixo é extremamente tradicional. Aposto um braço como sua avó tem uma assim, com a cauda do vestido e o véu todo colocado para frente, mostrando a riqueza da produção.
Gosto dessa sensação acetinada do vestido bem clara na foto!

Esse fotógrafo Miranda era bem conhecido, também, fez vários casamentos.

O bouquet da minha avó simulava uma cascata, mas de flores de tecido. Era muito leve, apesar do tamanho, dá pra notar.


E aqui embaixo está minha mãe, que se arrumou em casa para o grande dia, 10/07/1975.
Ela contou que foi fazer cabelo e make no salão de costume, depois voltou para casa e ficou lendo até a hora de sair. Tudo sem afobação.
Usou um batom alaranjado, lindo (na moda agora, e nos 70′s!) e sombra turquesa, que amo!


O vestido, com muita renda, foi feito pela Graciema, costureira da família. Ela fez vários vestidos pra mim, quando eu era criança :)
O bouquet, em flor de tecido também, foi feito por uma senhora que morava nos Jardins e fazia arranjos florais de chapéus – as madrinhas da minha mãe usaram suas criações, também!
Vejam que é uma cascatinha bem fina e delicada, que combinava com o estilo do vestido e com o porte da igreja, Nossa Senhora do Brasil.


O vestido era bem chique, de princesa, não? Repare na gola, nas mangas e na barra, que lindas!


Adorei fazer essa retrospectiva com mães de amigos e minha família. É legal ver detalhes em comum, e outros que hoje não costumam usar mais.
Particularmente, ando apaixonada pelas mangas longas dos vestidos. Muito fino! Muito noiva!
Espero que vocês tenham curtido tanto quanto eu.

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Túnel do tempo: Ildete


A Ildete é a mãe do Luiz, meu chefe :)

Ela se casou chiquérrima com um vestido elegante e diferente para a época, por ter um forte trabalho em cor – azul, que dizem dar sorte às noivas. Todo esse bordado do corpo e mangas foi feito pelas costureiras do Clodovil!

O bouquet, como mandava o figurino, de flores de tecido com tules e pérolas.

Seu casamento foi no dia 12/06/1974, na Nossa Senhora de Fátima, em SP.

Abaixo, fotos para você curtir. Almiro, o noivo, usava um terno de veludo de um azul quase roxo, bem adequado para a década de 70. Daminhas e pajens também de veludo, com babadinhos, e elas segurando um botão de rosa apenas. Lindos!




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Túnel do tempo: curiosidades

Notei que nossas mães usavam bouquets pequenos, poucas flores, e muitas vezes de tecido, com base nas fotos que andei postando aqui.
Mas hoje encontrei algo no mínimo curioso: noivas (e madrinhas!) dos anos 20 carregando flores como se fossem verdadeiros arranjos de mesa de doces, enormes!

Achei interessante e trouxe para vocês verem. A última delas usa um bouquet de braçada de callas, super atual e pedido pelas noivas de agora. Exagerado no volume, claro.


Imagens: Petalena

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Túnel do tempo – Eliana

Nossa 2ª noiva é a Eliana, mãe da Juliana. Uma a cara da outra, também!
A Eliana foi escolhida como noiva da semana para fazermos uma homenagem aos seus 37 anos de casada, que foram celebrados no dia 12 de janeiro!

O vestido da Eliana era todo em laise e voil, bem levinho e elegante. O véu, emprestado da irmã. Cabelo clássico, preso para trás, alto na frente (bem típico da época) e um bouquet com 2 rosas apenas (reparem novamente nos cabinhos cobertos), mantendo a folhagem – algo que as noivas de hoje normalmente pedem para tirar.

A Ju me contou que o pai dela foi se arrumar tão em cima da hora que casou de cabelo molhado!! Por isso, meninas, coloquem alguém pra cuidar do noivo no dia :)

E mais uma curiosidade bonita: a madrinha de casamento da Eliana foi sua tia, Albertina, que também é sua madrinha de batismo. E tia Albertina foi também madrinha de casamento dos pais da Eliana. Como se não bastasse, viveu o suficiente para ser madrinha de batismo e de casamento da Ju, também! Uma bênção em todas as gerações!

Abaixo, mais fotos da Eliana para vocês se inspirarem.

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Túnel do tempo – Nilda

Outro dia, em um happy hour com amigas que vão casar, começamos a conversar sobre referências. E algumas lembraram de fotos de suas mães casando, fizeram comentários sobre seus vestidos, penteados, maquiagem. Ficamos pensando como alguns looks são eternos, estão sempre lindos – mesmo que não tão atuais – e outros se perdem de uma maneira nostálgica.

Por isso, pedi a elas que me enviassem as fotos que conseguissem. E começo hoje uma série de posts em homenagem ao passado. Não é novidade, vários blogs têm essa sessão nostalgia. É simplesmente mais um recurso para noivas que gostam de se inspirar no passado também.

A primeira noiva é a Nilda, mãe da minha amiga Vanessa. Uma a cara da outra, quem conhece sabe que eu nem precisaria dizer mãe de quem ela é.

A Nilda se casou dia 7 de setembro de 1967. Tercinho na mão, um bouquet simples de rosas em cores diferentes, pequeno, amarrado com tule e fita. Os cabinhos enrolados para não aparecerem. Vestidão cheio de renda com bordados, cauda longa, bonita. Ela casou com franjinha, coisa que é super rara.

Uma curiosidade que ela contou é sobre os padrinhos. Naquela época era de praxe que um único casal fosse escolhido (não necessariamente casados), e o homem ficasse ao lado da noiva, a mulher, do noivo.

Abaixo mais algumas fotinhos.


Repararam nas florzinhas presas em fio no carro? Um charme!

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Renata e Fernando

A Re e o 82 (Fernando) se casaram lindos no começo do mês.
Conheço o casal há 1 ano e me senti honrada em fazer o bouquet da noiva. Eles também são daquelas pessoas que acabam virando amigos queridos rapidamente, e não tem nada mais gostoso que estar presente nas vidas de amigos dessa maneira, tão completa!

Quando ela veio me procurar, deixou bem aberto o estilo do bouquet. Mandei algumas opções que tinham a ver com ela, com o estilo da festa, com o astral que ela tem. E sua primeira escolha, imediata e sem dúvidas, foi um bouquet pink, com algumas pitadas de amarelo.

Achei lindo, sinceramente. A cara da Re. Que aliás estava linda, calma e radiante no dia!

Usei rosas, cravos, rodretias e gérberas pink, e astromélias e cravos amarelos, em menor quantidade. A amarração com canela.

E aqui uma foto dos pombinhos já casados. Mas só uma porque tirei de longe e não ficou tão legal, vou esperar as oficiais que devem estar lindas!

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Ana e Marcos

Conheci a Ana há 11 meses, e o Nego também. Nego é o Marcos, mas não dá pra chamá-lo pelo nome.
A Ana é Nana, também.
E eles são um casal mágico. Dois sorrisões ambulantes, sempre de bom humor, sempre amigos e companheiros. Entre eles e com os amigos que os cercam.

Foram, junto com toda a turma à qual pertencem, um presente de ano novo nas nossas vidas. Os tais novos amigos de infância, que costumo falar.

E quando eles resolveram casar em uma cerimônia pequena, em uma linda adega (apaixonados por vinhos, não poderia ser mais a cara deles!), Ana me chamou para fazer seu bouquet. E me senti honrada com o convite.

Seu briefing foi simples: “gosto de florzinhas, brotinhos, sementes, ervinhas. Não curto rosas. E a decoração da adega será em marrom e amarelo.”

Com isso, fui atrás do bouquet perfeito de Nana Nery. E você o vê abaixo. A primeira foto é minha, as demais do fotógrafo Flávio Lavanini.

O bouquet foi feito com hortênsia, dália, cravo, ranúnculo, astromélia, frésia (alguns botões fechadinhos), flor de ervilha e pimentas verdes pequenas.
A amarração em verde laçou o coração do noivo, que é palmeirense! :)

Chegando da lua-de-mel, Ana me mandou o email mais doce do mundo, sobre o bouquet.
Em um trecho, dizia “O bouquet estava simplesmente divino. Acho que nem as deusas do Olimpo, nem as princesas da antiga corte tiveram a oportunidade de segurar um ramalhete de flores tão intensas e personalizadas.”

E com isso, não tem como não ganhar o dia, amando o meu trabalho.

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Dani e Xandão

Casamento de amigos é tudo de bom.
O Xandão eu conheço há anos. O meu marido também. E foi ele quem nos apresentou há quase 4 anos.

Agora foi sua vez de encontrar a cara metade. A Dani é a nova amiga que parece de infância, sabe? Quando nos abraçamos no altar (padrinhos do Xandão), ela me disse “você é MINHA madrinha” :)

Ficamos muito felizes por fazer parte de toda a história deles, e seu bouquet eu fiz com o todo carinho, sempre perguntando ao meu marido “tá a cara da Dani?”. Ela não escolheu as flores, deixou isso livre.

A Dani queria algo romântico, com rosa clarinho, branco, delicado. A decoração da festa era em pink e azul (linda!!), então ficou tudo muito harmônico e chique.

Usei hortênsias, ranúnculos, rosas, cravos, astromélias, erva doce e canela. Parece muita coisa? Ficou lindo. Aliás, a nossa amiga que pegou o bouquet não largou mais, a noite inteira!

Em tempo, a beleza é do Theo Carias, que comentei aqui no blog.  As fotos profissionais são da fantástica Carolina Ojo, que conheci nesse casamento e já ando recomendando de olhos fechados. Um super talento! (só a última, amadora, eu que tirei antes da entrega!)

Com vocês, nossos compadres (o apadrinhamento é recíproco!), Dani e Xandones!

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